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As ações ocorrem nos estados do Rio, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. A iniciativa é resultado de uma investigação que revelou a existência de uma organização criminosa altamente estruturada.
Entre os crimes investigados estão tentativa de homicídio, incentivo e incitação ao suicídio, posse e disseminação de conteúdo pornográfico infantil, maus-tratos contra animais, apologia ao nazismo e outros delitos motivados por ódio.
As investigações tiveram início em 18 de fevereiro, após um caso chocante em que um adolescente lançou dois coquetéis molotov contra um morador em situação de rua que dormia, provocando queimaduras em cerca de 70% do corpo da vítima. Toda a ação foi registrada e transmitida ao vivo por um homem por meio de uma plataforma digital.
A partir desse episódio, um intenso trabalho de inteligência, vigilância e cruzamento de informações conduzido por agentes da DCAV revelou que o crime não era um ato isolado. Os responsáveis pelo servidor onde a transmissão ocorreu faziam parte de uma organização criminosa altamente estruturada, com foco na prática de crimes virtuais, especialmente contra crianças e adolescentes.
A atuação do grupo criminoso no ambiente digital foi tão impactante que chamou a atenção de duas agências independentes dos Estados Unidos, que elaboraram relatórios sobre o caso e colaboraram com as investigações conduzidas pela polícia civil.
A apuração, liderada por uma unidade especializada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, revelou uma rede criminosa atuando em diversas plataformas online, utilizando táticas de manipulação psicológica e aliciamento de jovens em idade escolar. As ações representavam sérios riscos à saúde física e mental de crianças e adolescentes.
A "Operação Adolescência Segura" representa um marco significativo no combate à criminalidade digital no Brasil e reafirma o compromisso da Polícia Civil com a proteção dos direitos fundamentais da infância e da juventude, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As investigações seguem para identificar os demais integrantes da organização criminosa.
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